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Piloto automático não funciona

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Piloto automático não funciona

Mensagem por LucasMarley em Sab Set 04, 2010 2:20 pm

A expectativa em redor da selecção nacional era enorme. O «caso Queiroz» preencheu páginas de jornais durante a semana e Portugal tinha de jogar em modo de piloto automático, com Agostinho Oliveira a garantir, na antevisão do encontro, que não iria comunicar, durante o jogo, com a torre de controlo, chamada Carlos Queiroz. Pelo que se viu, a equipa nacional não se dá bem com esse método, pois a exibição esteve longe de ser agradável e sofrer quatro golos do Chipre não lembra a ninguém.

Ora, em Guimarães a população parecia adivinhar o que se ia passar e não se mostrou entusiasmada com a presença da selecção nacional. O Estádio D.Afonso Henriques registou uma fraca afluência (menos de 10 000 pessoas) e pior do que isso, Portugal decidiu ajudar ao cenário pouco animador com um escandaloso empate a quatro bolas.

Com Fábio Coentrão a ser o único representante do campeonato português no 11 inicial, os comandados de Agostinho Oliveira tiveram uma entrada em falso e aos dois minutos já perdiam por 1-0. Contudo, Hugo Almeida demorou apenas cinco minutos a restabelecer a igualdade e a partir daí ninguém acreditaria que a selecção portuguesa voltasse a ficar em posição de desvantagem.

Mas foi isso mesmo que se passou. Konstantinou, aos 10 minutos, recolocou os cipriotas na frente do marcador e Portugal apenas chegou ao empate à passagem da meia-hora, com um remate de longe de Raúl Meireles.

Portugal foi para o intervalo empatado a duas bolas com a fraca selecção do Chipre, mas a normalidade parecia ter regressado no início da segunda parte. Aos 49 minutos, Danny, de cabeça, colocou a selecção portuguesa pela primeira vez em vantagem e ninguém esperaria que o Chipre conseguisse empatar o encontro.

Mas, mais uma vez, os cipriotas foram contra a lógica, que no futebol teima em não existir, conseguindo o empate a três bolas, por intermédio de Okkas. Todavia, naquele que parecia ser um jogo de parada e resposta, no que aos golos diz respeito, Manuel Fernandes tratou de anular a igualdade logo a seguir e, com o melhor golo do jogo, voltou a colocar Portugal em vantagem.

Entretanto, Nani atirou à barra, Liedson ao poste e o Chipre, em cima do minuto 90, teve mais eficácia e empatou a partida a quatro bolas, estabelecendo o resultado final.

Um empate histórico para os cipriotas, eles que nunca tinham conquistado qualquer ponto frente a Portugal, e um resultado mau para a selecção portuguesa que deixou muito a desejar do ponto de vista defensivo, frente a uma selecção que tem uma reputação fraca.

A selecção portuguesa pareceu menosprezar o adversário e pagou caro por isso. A segurança defensiva não existiu e foi substituída por uma aparente intranquilidade. A falta de sorte em alguns lances ofensivos também definem a história do encontro, onde Portugal tinha tudo para conquistar os três pontos, mas não o conseguiu.

Portugal inicia a fase de qualificação para o Europeu 2012 com um empate e uma exibição desastrosa do ponto de vista defensivo. Os três pontos seriam mais que justos face ao que se verificou ao longo dos 90 minutos, mas uma selecção de alto calibre não pode «dar» tantos golos ao adversário. Na Noruega será preciso fazer bem melhor e parece urgente que Portugal não continue em modo piloto automático.

Fonte: Zerozero
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